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Entrevista sobre a gravidade das medições ambientais no contexto metrológico e de capacitação profissional. Em atenção ao relatório de estudo de impacto ambiental (NBR 10151) do Porto Maravilha publicado na Internet.

Sobre a gravidade envolvida nos demonstrativos ambientais destacamos o relatório que foi publicado na internet pelo próprio interessado, e então ficamos totalmente à vontade para comentar. De fato é lamentável ver um relatório de 200 páginas baseado nesta instrumentação fora da tolerância e sem as funções adequadas. A imperícia diz respeito à capacitação dos profissionais envolvidos quando no reconhecimento e interpretação dos certificados de calibração e equipamento utilizado. Relatório de estudo de impacto ambiental Porto Maravilha (clique aqui).


O certificado 20431/10 do medidor DEC-490 não agrega absolutamente nada do ponto de vista da calibração e na lista de padrões aparece o DEC-416, reprovado  pelo LABELO. O teste 94 e 114 que consta no certificado seria executado somente com um calibrador de nível sonoro (CAL-3000), de maneira que os demais equipamentos da lista dos certificados de calibração disponibilizados, em princípio, estariam sobrando.


Quanto ao DEC-416 o certificado do LABELO deixa claro que as ponderações em frequência estão fora das tolerâncias. Têm há outro par de testes cujos resultados estão fora da tolerância. É impressionante a falta de conhecimento e capacitação dos envolvidos, pois publicam um relatório que os condenam.


As tabelas mostram resultados de Leq. Os medidores DEC-490 e DEC-416 não tem esse recurso. O Leq só pode ter sido calculado manualmente. Inclusive a página 13 mostra a fórmula com somatório indicando leituras em intervalos de 5 s. Inadmissível para a atual tecnologia. Quem comprou o serviço deveria ter questionado. Outro ponto, as avaliações para estudo de impacto ambiental devem ser realizadas em períodos contínuos de mais de 24 horas de forma a se ter dados suficientes para analisar sobre as fontes e ruído de fundo os ambiente em diferente horários.


A Norma 10151, é holística, portanto não estabelece tempo ou período de medição que é contemplado na norma ISO 1996. Sem um mínimo de monitoramento com o uso de equipamentos especiais que medem Leq e os L(n), níveis estatísticos por hora, análise por oitavas, não há como concluir sobre nada. Seria um chute alterado pelo momento da medição.


O DEC-490 foi calibrado pelo fabricante, fora da RBC, portanto não reconhecido. Este aplicou um procedimento que é indicado para ajustar o medidor (pelo cliente) e não deveria confundir-se com o método de calibração do laboratório. Pelo nosso histórico, o DEC-490 teria praticamente 100% de chance de reprovar em todos os testes: ponderações em frequência A e C, ponderações temporais F e S e detector rms. O modelo DEC-416, em tese, se sairia bem melhor. Pelo nosso histórico alguns atendem e outros não (eletricamente). O número de série calibrado no LABELO (certificado A0282/2010), obviamente não atende. Os microfones dos modelos DEC-490 e DEC-416 não atendem à IEC 61094. Poderiam ser calibrados somente em cavidade ou diretamente em campo livre. Se em cavidade, necessitariam dados de correção para campo livre para atender à IEC 61672. Mas as especificações técnicas destes modelos não passam de 1 ou 2 folhas. Quanto à aprovação de modelo (IEC 61672-2), sem comentários. E, no relatório os próprios executores mencionam da necessidade de calibração pela nova norma IEC 61672.


Neste contexto, nos preocupa que o referido fabricante busque acreditação RBC e seja enviado um avaliador independente, pouco preocupado com este quadro geral. Já temos outro fabricante acreditado que deve (ou deveria) reprovar os equipamentos que fornece. Acreditamos que seja difícil manter imparcialidade diante de tão grande conflito de interesses, especialmente aqueles fornecedores de equipamentos de baixo custo que “reprovam” sistematicamente. Seria necessário assumir prejuízos gigantescos de importação, etc. substituindo medidores que não atendem por outros que tampouco atendem. Torcemos para que a DIAVI – Divisão de Acústica e Vibrações do INMSTRO envie às avaliações especialistas do próprio Inmetro (Laeta, Laena) capazes de detectar tais conflitos e evitar que auditores independentes, que não dominam a grandeza, deixem passar este tipo de aberração.


Penso que um dos maiores culpados disso tudo não é somente a prestadora do serviço, mas os gestores e prepostos do consócio, os órgãos ambientais de licenciamento e a própria prefeitura no momento que não autua sobre o acontecido. ISSO É UM ABSURDO!



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